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Wikipedia

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Theatro Municipal do Rio de Janeiro: fachada principal.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro localiza-se na Cinelândia (Praça Marechal Floriano), no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no Brasil.

Construído em princípios do século XX, é um dos mais belos e importantes teatros do país.

Índice

História

Theatro Municipal do Rio de Janeiro: cartão postal (c. 1909).

A atividade teatral era, na segunda metade do século XIX, muito intensa na cidade do Rio de Janeiro, então capital do país. Ainda assim, a cidade não dispunha de uma sala de espetáculos que correspondesse plenamente a essa atividade e que estivesse à altura da capital do país. Os seus dois teatros, o de São Pedro e o Lírico, eram criticados pelas suas instalações, quer pelo público, quer pelas companhias que neles atuavam.

Após a Proclamação da República brasileira (1889), em 1894 o autor teatral Arthur Azevedo lançou uma campanha para que um novo teatro fosse construído para ser sede de uma companhia municipal, a ser criada nos moldes da Comédie Française. Entretanto, naqueles agitados dias, a campanha resultou apenas em uma Lei Municipal, que determinou a construção do Theatro Municipal. Essa lei não foi cumprida, apesar da existência de uma taxa para financiar a obra. Observe-se que a arrecadação desse novo imposto nunca foi utilizada para a construção do teatro.

Seria necessário esperar até à alvorada do século XX quando, a sua construção, viria a representar um dos símbolos do projeto republicano para a então capital do Brasil. À época, o então prefeito Pereira Passos promoveu uma grande modernização do centro da cidade, abrindo-se, a partir de 1903, a Avenida Central (hoje avenida Rio Branco) moldada à imagem dos boulevardes parisienses e ladeada por magníficos exemplares de arquitetura eclética.

Nesse contexto, realizou-se um concurso para a construção de um novo teatro, do qual saiu vitorioso o projeto de Francisco de Oliveira Passos (filho do então prefeito, Francisco Pereira Passos), que contou com a colaboração do francês Albert Guilbert, com um desenho inspirado na Ópera de Paris, de Charles Garnier.

O edifício foi iniciado em 1905 sobre um alicerce de mil cento e oitenta estacas de madeira fincadas no lençol freático. Para decorar o edifício, foram chamados os mais importantes pintores e escultores da época, como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Também foram recrutados artesãos europeus para executar vitrais e mosaicos.

Finalmente, quatro anos e meio mais tarde – um tempo recorde para a obra, que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho – no dia 14 de julho de 1909 foi inaugurado pelo presidente Nilo Peçanha o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que tinha capacidade para 1.739 espectadores. Serzedelo Correa era então o prefeito da cidade.

Em 1934, com a constatação de que o teatro estava pequeno para o tamanho da população da cidade, que tinha crescido muito, a capacidade da sala foi aumentada para 2.205 lugares. A obra, apesar de sua complexidade, foi realizada em três meses, tempo recorde para a época. Posteriormente, com algumas modificações, chegou-se ao número atual de 2.361 lugares.

Em 1975, a 19 de outubro, o Theatro foi fechado para obras de restauração e modernização de suas instalações e reaberto em 15 de março de 1978. No mesmo ano foi criada a Central Técnica de Produção, responsável por toda a execução dos espetáculos da casa.

Em 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo. O objetivo foi desafogar o teatro dos ensaios para os espetáculos, que, com a atividade intensa da programação durante todo o ano, ficou pequeno para eles e, também, para abrigar condignamente os corpos artísticos.

Com a inauguração do prédio, o Coro, a Orquestra e o Ballet ganharam novas salas de ensaio e bastante espaço para suas práticas artísticas.

No teatro, atualmente, são apresentados majoritariamente programas de dança e de música erudita. Em seus primórdios nele se apresentavam apenas companhias e orquestras estrangeiras - especialmente as italianas e francesas - até que, em 1931, foi criada a Orquestra Sinfônica Municipal do Rio de Janeiro. Entre as personalidades ilustres que lá se apresentaram estão: Arturo Toscanini, Sarah Bernhardt, Bidu Sayão, Eliane Coelho, Heitor Villa-Lobos, Igor Stravinsky, Paul Hindemith, Alexander Brailowsky entre outras. Hoje a casa abriga a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica Brasileira.

Características

Theatro Municipal do Rio de Janeiro: aspecto interno.

O interior do teatro é tão luxuoso quanto as fachadas, com esculturas de Henrique Bernardelli e pinturas de Rodolfo Amoedo e Eliseu Visconti, este último responsável pelo majestoso Pano de Boca, pelo friso sobre o proscênio, pelo "plafond" (teto sobre a platéia) e pelas decorações do teto do "foyer". O restaurante Assirius, no subsolo do teatro, tem a particularidade de ter uma decoração em estilo assírio.

Ver também

Anexo:Lista de teatros do Brasil

Ligações externas


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