» 
Arabic Bulgarian Chinese Croatian Czech Danish Dutch English Estonian Finnish French German Greek Hebrew Hindi Hungarian Icelandic Indonesian Italian Japanese Korean Latvian Lithuanian Malagasy Norwegian Persian Polish Portuguese Romanian Russian Serbian Slovak Slovenian Spanish Swedish Thai Turkish Vietnamese
Arabic Bulgarian Chinese Croatian Czech Danish Dutch English Estonian Finnish French German Greek Hebrew Hindi Hungarian Icelandic Indonesian Italian Japanese Korean Latvian Lithuanian Malagasy Norwegian Persian Polish Portuguese Romanian Russian Serbian Slovak Slovenian Spanish Swedish Thai Turkish Vietnamese

definition - republica democratica do congo

definition of Wikipedia

   Advertizing ▼

synonyms - republica democratica do congo

República Democrática do Congo (n.)

Congo  (Portugal)

see also - republica democratica do congo

República Democrática do Congo (n.)

congolês

   Advertizing ▼

analogical dictionary

Wikipedia

República Democrática do Congo

                   
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas elas não cobrem todo o texto.
Por favor, melhore este artigo providenciando mais fontes fiáveis e independentes, inserindo-as em notas de rodapé ou no corpo do texto, nos locais indicados.
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Congo.
République Démocratique du Congo
Jamhuri ya Kidemokrasia ya Cong

República Democrática do Congo
Bandeira da República Democrática do Congo
Brasão de armas da República Democrática do Congo
Bandeira Brasão de armas
Lema: Justice – Paix – Travail
(Francês: "Justiça - Paz - Trabalho")
Hino nacional: Debout Congolais
Gentílico: congolês(esa)
congolense
conguês(a)

Localização da Congo-Kinshasa

Capital Kinshasa
4° 19′ S 15° 19′ E
Cidade mais populosa Kinshasa
Língua oficial Francês
(o Lingala, Quicongo, Kituba, Suaíli e o Tshiluba têm status de línguas nacionais)[1]
Governo República semipresidencialista
 - Presidente Joseph Kabila
 - Primeiro-ministro Augustin Matata Ponyo
Independência da Bélgica 
 - Data 30 de Junho de 1960 
Área  
 - Total 2 344 858 km² (12.º)
 - Água (%) 3,3
População  
 - Estimativa de 2007 63.655.000[2] hab. (21.º)
 - Densidade 25 hab./km² (188.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
 - Total US$ : 19,021 bilhões (115.º)
 - Per capita US$ : 311 (178.º)
Indicadores sociais
 - IDH (2011) 0,286 (187.º) – baixo[3]
 - Esper. de vida 46,5 anos (183.º)
 - Mort. infantil 113,5/mil nasc. (187.º)
 - Alfabetização 67,2% (143.º)
Moeda Franco congolês (CDF)
Fuso horário West Africa Time (WAT)
Central Africa Time (CAT) (UTC+1 e +2)
Org. internacionais ONU, ZPCAS, CDAA e UA
Cód. ISO COD
Cód. Internet .cd
Cód. telef. +243

Mapa da Congo-Kinshasa

A República Democrática do Congo (anteriormente Zaire), por vezes designada RDC, RD Congo, Congo-Kinshasa, Congo-Quinxasa[4] ou Congo-Quinxassa para diferenciá-la do vizinho Congo (que também é chamado de Congo-Brazzaville), tornou-se o segundo maior país de África,após a independência do Sudão do Sul, em Julho de 2011 . Confina a norte com a República Centro-Africana e com o Sudão do Sul, a leste com Uganda, Ruanda, Burundi e a Tanzânia, a leste e a sul com a Zâmbia, a sul com Angola e a oeste com o Oceano Atlântico, com o enclave de Cabinda e com o Congo.[1] A capital e maior cidade é Kinshasa.[5]

Com uma população de quase 70 milhões de habitantes,[6] a República Democrática do Congo é o mais populoso país francófono, além de ser o décimo segundo país mais extenso do mundo. Se tornou independente da Bélgica em 30 de junho de 1960,[7] e está entre um dos países com os menores valores de PIB nominal per capita, à frente apenas do Burundi.[8][9] Porém, o país é considerado o mais rico do mundo em questão de recursos naturais e recursos econômicos, estima-se que no valor de 24 trilhões de dólares.[10][11][12][13]

Índice

  História

  Antiguidade e Colonização belga

A região é ocupada na antiguidade por bantos da África Oriental e povos do rio Nilo, que ali fundam os reinos de Luba, Baluba e do Congo,[14] entre outros. Em 1878, o explorador Henry Stanley funda entrepostos comerciais no rio Congo, sob ordem do rei belga Leopoldo II. Na Conferência de Berlim, em 1885, que divide a África entre as potências européias, Leopoldo II recebe o território como possessão pessoal, chamado Estado Livre do Congo.[15] Em 1908, o Estado Livre do Congo deixa de ser propriedade da Coroa,[16] depois da brutalidade deste tipo de colonização ter sido exposta na imprensa ocidental e torna-se colônia da Bélgica, chamada Congo Belga.

  Independência

O movimento nacionalista (MNC) tem início nos anos 50 sob liderança de Patrice Lumumba. Em 30 de junho de 1960, o Congo conquista a independência com o nome de República do Congo[7] - em 1964 é acrescentado o adjetivo "democrática".[17] Lumumba recebe a maioria dos votos nas eleições parlamentares e assume o cargo de primeiro-ministro. Joseph Kasavubu assume a Presidência. A maioria dos colonos europeus deixa o país. Em julho de 1960 eclode uma rebelião contra Lumumba, liderada por Moïse Tshombe, com o apoio da Bélgica, EUA e França. Antes do final do ano, Kasavubu afasta Lumumba, eleito de forma democrática, do cargo de primeiro-ministro, num golpe de Estado. Lumumba alega que o ato foi inconstitucional e dá-se início à uma crise. Novamente com o apoio dos EUA, França e Bélgica, Lumumba é seqüestrado e assassinado em janeiro de 1961.[18] Tropas de diversos países (incluindo o Brasil[19]) são enviadas pela ONU para restabelecer a ordem, o que ocorre em 1963, com a fuga de Tshombe. As tropas da ONU retiram-se em junho de 1964. A Guerra Fria teve papel preponderante na política interna do Congo, na década de 1960, o país foi vitimado pelo conflito. Em seu interior conflitos entre forças internacionais dos blocos capitalista e comunista marcaram a sua política e desenvolvimento pelas próximas décadas. Em 1965, Che Guevara, em pessoa, lutava no front pela restauração do governo democrático derrubado pelas forças imperiais. Disfarçado e com cerca de 120 guerrilheiros cubanos ele combateu nas selvas úmidas africanas. Devido ao seu repentino desaparecimento os EUA anunciavam que Fidel teria matado Che. As forças que apoiavam a volta de um governo democrático e anti-imperialista como o de Lumumba eram formadas por guerrilheiros de vários países, como os rebeldes de Ruanda. Após diversos combates, Tshombe regressou e assumiu a presidência com apoio da Bélgica e dos EUA e o país se alinhou ao bloco capitalista. Em novembro de 1965, ele foi derrubado num golpe liderado pelo polêmico futuro ditador Mobutu Joseph Désiré.

  Zaire

  Mobutu.

Mobutu estabelece uma ditadura personalista,[20] tornando o país um estratégico aliado das potências capitalistas na África. No início dos anos 70 lança sua política de "africanização", proibindo nomes ocidentais e cristãos. Como parte da campanha, muda em 1971 o nome do país para Zaire e da capital para Kinshasa (ex-Leopoldville).[21] Ele próprio passa a chamar-se Mobutu Sese Seko Koko Ngbendu wa za Banga, que significa "o todo-poderoso guerreiro que, por sua resistência e inabalável vontade de vencer, vai de conquista em conquista deixando fogo à sua passagem".[21]

A corrupção tornou-se algo comum a ponto de ser designada pelo próprio Mobutu como o "mal do Zaire".[22] Líderes rivais unem-se em 1988 para organizar a oposição, mas são presos ou exilados. Pressões internacionais levam Mobutu a adotar o pluripartidarismo em 1990. Em outubro de 1991, o líder oposicionista Etienne Tshisekedi é nomeado como primeiro-ministro, mas recusa-se a prestar juramento a Mobutu e é substituído. Os EUA põem em dúvida a legitimidade do governo e a Alemanha corta a ajuda financeira ao país. Em dezembro, Mobutu cancela as eleições. Tshisekedi é reconduzido ao cargo no ano seguinte. Em 1993, o Alto Conselho da República, criado pela conferência nacional, ordena o desligamento de Mobutu dos negócios de Estado e convoca greve geral. Mobutu ignora a resolução. No final do mês, o Exército amotina-se quando ele tenta pagar os soldos com notas de 5 milhões de zaires (cerca de US$ 2), já recusadas em 1992 por não terem valor. Mobutu responsabiliza Tshisekedi pela rebelião, que deixa mais de mil mortos, e nomeia um governo de união nacional. EUA e União Européia não o reconhecem e apoiam a instalação de um regime de transição formado pela aliança oposicionista liderada por Tshisekedi. Em junho de 1995, o período de transição é prolongado por dois anos. Eleições gerais, previstas para o mês seguinte, não se realizam.

Em 1994, mais de 1 milhão de ruandeses (em sua maioria hutus) foragidos do genocídio em seu país ingressam no leste do Zaire.[23] A chegada dos refugiados desestabiliza a região, habitada há mais de 200 anos pelos tutsis baniamulenges, inimigos históricos dos hutus. Sentindo-se negligenciados por Mobutu, que tolera a presença dos hutus na região, os baniamulenges iniciam uma rebelião em outubro de 1996, liderados por Laurent-Désiré Kabila. O movimento conta com o apoio decisivo da vizinha Uganda e do regime tutsi de Ruanda, e ganha rapidamente a adesão da população, insatisfeita com a pobreza e a corrupção no governo.[23] Nos meses seguintes aumentam os choques entre a guerrilha, batizada de Aliança das Forças Democráticas pela Libertação do Congo-Zaire (AFDL) e o Exército, que enfrenta deserção em massa. A escalada da ofensiva coincide com a ausência de Mobutu, que vai para a Europa em agosto submeter-se a tratamento médico para câncer na próstata. Apesar de muito doente, retorna ao território em dezembro com o objetivo de deter a rebelião. Em 1997, a guerra civil alastra-se pelo território, nos sentidos norte-sul e leste-oeste. Em fevereiro, a Força Aérea bombardeia as cidades de Bukavu, Shabunda e Walikale, sob controle rebelde. Mobutu propõe cessar-fogo à guerrilha em março, mas a AFDL não negocia. No mesmo mês conquista Lubumbashi, Kisangani (as duas maiores cidades depois de Kinshasa) e Mbuji-Mayi, a "capital dos diamantes".

Os rebeldes propõem ao Exército a ocupação pacífica de Kinshasa e, em 17 de maio de 1997, entram na capital sob aplausos da população. Kabila assume o poder, forma um governo de salvação nacional, promete eleições gerais e retoma o antigo nome do país - República Democrática do Congo -, adotado entre 1964 e 1971. No dia anterior à tomada de Kinshasa, Mobutu parte para o Palácio Gbadolite (o Versalhes africano), na selva, de onde foge para o exílio no Togo. Morre em setembro, no Marrocos.[24]

  Conflitos e guerras civis

Apesar da promessa de democracia, um dos primeiros atos do novo presidente é a suspensão dos partidos e a proibição de manifestações políticas. As medidas autoritárias e o rompimento de Kabila com Ruanda e Uganda provocam insatisfação popular, sobretudo dos antigos aliados, os tutsis baniamulenges. Em janeiro de 1998, militares baniamulenges se amotinam contra o regime. Em fevereiro, o governo prende chefes tribais e professores universitários na região de Kivu, leste do país, onde vivem os tutsis. A revolta se alastra, recebendo o apoio ruandês e ugandense contra Kabila e, em junho, degenera em guerra civil. Os combates contra o governo ocorrem nos sentidos norte-sul e leste-oeste, repetindo a trajetória da ofensiva que no ano anterior depôs Mobutu e levou Kabila ao poder.

Enfraquecido, Kabila pede socorro militar a Angola, Zimbábue e Namíbia para frear o avanço dos tutsis baniamulenges, que já ocupam grandes áreas do território congolês e ameaçam invadir Kinshasa. Em 2 de agosto, tropas, tanques, aviões e helicópteros dos três países entram no Congo e atacam posições dos rebeldes. Em resposta, Uganda e Ruanda ameaçam intervir diretamente. A entrada de forças estrangeiras no conflito detém a revolta militar contra Kabila em menos de duas semanas, mas obriga o presidente a prometer eleições gerais para 1999. No mesmo ano é assinado o Acordo de Lusaka, firmando um cessar-fogo. Contudo, ele não é cumprido e a ONU prepara uma missão de paz no país.

Visando a conquista de extensas jazidas de diamante no país, Ruanda e Uganda passam a apoiar milícias diferentes.

  Governo de Transição

Em 2001, Kabila é morto por seu guarda-costas.[25] Joseph Kabila, seu filho, assume o governo, inicia processo de paz e promete eleições. Acordos para a democratização avançam. Em 6 de Dezembro de 2006, ele seria eleito presidente, na primeira eleição geral em 40 anos na história do país.

Em abril de 2003, mil pessoas da minoria Hema são massacradas numa região ainda marcada por confrontos, rica em ouro.[26] No fim do ano inicia-se a ação do governo provisório.

  Nova Constituição

No início de 2006, na sequência da ratificação de uma nova Constituição, aprovada por referendo, cuja aprovação foi de 84,31% dos eleitores,[27] a bandeira do país foi alterada, assumindo um modelo semelhante ao já utilizado no período entre 1963 e 1971.[28] Em 30 de junho de 2006 são realizadas as eleições, com vitória de Joseph Kabila, que obteve 57% dos votos.[29]

  Geografia

  A República Democrática do Congo vista por satélite.

O país é cortado pelo Rio Congo como um "U" invertido, que é a principal fonte de abastecimento de água do país. Nascendo formalmente na Zâmbia, entra no país ao sul[30] e percorre sentido norte com o nome de Lualaba, formando uma das maiores bacias hidrográficas do mundo, a Bacia do Congo e sua vasta floresta equatorial, recebendo águas do sistema Luapula-Luvua, vindos da região norte de Zâmbia, onde localiza-se sua real nascente no Rio Chambeshi; e outras águas oriundas do Lago Tanganica pelo Rio Lukuga a leste. Contornando a enorme planície congolesa para oeste e novamente para sul e sudoeste, fazendo fronteira com a República do Congo, recebendo águas dos seus outros grandes afluentes como os rios Ubangi e Cassai, desaguando no Oceano Atlântico na fronteira do país com Angola.

A leste desta imensa planície florestal selvagem, erguem-se os maciços e montanhas, formando vales e desfiladeiros provenientes e causados pelo tectonismo do Vale do Rift Ocidental, os quais formaram os Grandes Lagos Africanos, os quais lagos Tanganica,[31] Kivu, Eduardo e Alberto; e as principais cadeias montanhosas como os Montes Mitumba, Virunga e Ruwenzori. Esta última cadeia, faz parte da fronteira leste com Uganda, dividindo o ponto mais elevado entre os dois países: o Monte Stanley (ou Monte Margherita) e seus 5.109 metros de altitude,[32] a terceira maior montanha da África.[33]

Seu clima é predominantemente equatorial, quente e úmido, com chuvas frequentes quase o ano todo por conta da alta umidade da floresta densa e grande número de rios perenes. Nos planaltos e montanhas a leste, predomina o tropical de altitude e subtropical com temperatura de mais amena à fria. São poucas áreas que recorrem ao clima seco de savanas.

  Demografia


A Organização das Nações Unidas estimou, para 2007, a população em 62,6 milhões de pessoas, tendo sido aumentada rapidamente, apesar da guerra de 1997. Porém, esse número pode passar dos 70 milhões,[6] já que os dados não podem ser exatos. No país, aproximadamente 250 grupos étnicos foram identificados e nomeados.[34] As pessoas mais numerosos são os Kongo, Luba, e Mongo.[35] Exitem cerca de 600.000 pigmeus no país.[36] A maioria da população é rural, com apenas 30% de sua população vivendo em meios urbanos.[1][37]

São aproximadamente 700 línguas e dialetos falados,[37] a variedade linguística é superada tanto pelo amplo uso de intermediários e línguas como o francês, Kongo, tshiluba, suaíli, e Lingala.

  Cidades mais populosas

  Política

  Joseph Kabila, atual presidente do país.

Em 18 e 19 de dezembro de 2005, realizou-se com sucesso o referendo que estabeleceu as eleições em 2006.[38] O processo de votação, tecnicamente difícil devido à falta de infraestrutura, foi organizado pela Comissão Eleitoral Independente do Congo com o apoio da missão das Nações Unidas para o Congo (MONUC). Segundo dados divulgados em janeiro de 2006, a constituição foi aprovada por 84,31% dos eleitores.[27]

A 6 de Dezembro de 2006, Joseph Kabila, filho de Laurent Kabila, tomou posse como presidente depois de vencer as primeiras eleições gerais em 40 anos.[29][39]

O atual quadro político da República Democrática do Congo é o de uma república de transição de uma guerra civil para uma república democrática semipresidencial.[1]

  Subdivisões

  Comparação entre a antiga divisão (à esquerda) e a nova divisão (à direita) do país.

Até 2005, a República Democrática do Congo dividia-se em 11 províncias:[6]

A constituição de 2005, que entrou em vigor em Fevereiro de 2006, dividiu a República Democrática do Congo, no prazo de

meses, em 25 províncias e uma cidade independente (Kinshasa), com status de província:[40][41]

  Economia

  Kinshasa vista de Brazzaville, duas capitais separadas pelo rio Congo.

A economia do terceiro maior país da África depende fortemente de mineração. No entanto, a actividade económica ocorre principalmente no setor informal e não é refletido no PIB.[42] A República Democrática do Congo é uma nação que possui uma vasta riqueza potencial que declinou drasticamente desde os meados da década de 1980. Os dois recentes conflitos, que se iniciaram em 1998, reduziram dramaticamente a produção nacional e as receitas do governo, aumentaram a dívida externa[43] e resultaram em talvez uns 3,8 milhões de vítimas,[44] directas, que se somadas às vítimas causadas pela fome e as devidas a doenças, são 4,5 milhões.[45]

As empresas estrangeiras retraíram-se devido à incerteza quanto ao resultado dos conflitos, à falta de infraestruturas e ao difícil ambiente empresarial. A guerra intensificou o impacto de problemas básicos como uma moldura legal incerta, corrupção, inflação e falta de abertura nas políticas económicas e operações financeiras do governo.[6] As condições melhoraram no fim de 2002 com a retirada de uma grande percentagem das tropas estrangeiras presentes no país. Algumas missões do FMI e do Banco Mundial reuniram-se com o governo para ajudá-lo a desenvolver um plano econômico coerente, perdoando 90% da dívida,[46] e o presidente Joseph Kabila começou a implementar reformas. Muita da atividade econômica fica de fora dos dados do PIB. A região congolesa de Katanga possui alguns dos melhores depósitos mundiais de cobre e cobalto.[47] Outras áreas do país possuem fontes ricas de minerais diversos, incluindo diamantes, ouro, ferro e urânio. Após anos de guerras, ditaduras e tumultos, porém, a infraestrutura do país ou está em ruínas ou é inexistente, e as operações de extração estão produzindo apenas uma fração de seu potencial. Se considerarmos o valor de seus recursos naturais, serão de 24 trilhões de dólares.[10][11][12][13]

A República Democrática do Congo está entre um dos países com os menores valores de PIB nominal per capita, à frente apenas do Burundi.[8][9] Já segundo o Banco mundial, o país possui o menor PIB per capita.[48]

  Cultura

  Principais línguas bantus no país.

A cultura da República Democrática do Congo reflete a diversidade das suas centenas de grupo étnicos, contados como 250,[34] e suas diferentes formas de vida em todo o país, da foz do Rio Congo na costa, através do rio acima selva e savana, no seu centro, para as montanhas mais densamente povoadas no extremo leste.

  Música

Fora da África, qualquer música da República Democrática do Congo (e também da República do Congo) é chamada soukous,[49] que mais exatamente refere-se a uma dança popular do final dos anos 1960. O termo rumba ou rock-rumba também é usado geralmente para referir-se a música congolesa, embora ambas palavras tenham as suas próprias dificuldades e nem sejam muito exatas nem exatamente descritivas. O povo da República Democrática do Congo não tem nenhum termo da sua própria música por si, embora eles realmente usem "muziki na biso" ("nossa música") de vez em quando.[50]

  Religião

Na República Democrática do Congo, o cristianismo é a religião predominante, sendo seguido por aproximadamente 95% da população. A maioria das pessoas que seguem outras religiões é muçulmana ou adepto de alguma religião local.[51]

  Feriados

Os feriados estabelecidos pela república são:[52]

Data Comemoração
4 de janeiro Dia dos mártires da independência
16 e 17 de janeiro Dias dos heróis da nação
16 de fevereiro Dia dos mártires da democracia
1 de maio Dia Internacional do Trabalho
17 de maio Aniversário da libertação do povo da tirania
30 de junho Aniversário da independência
24 de novembro Dia nacional da república[1]

  Ver também

Referências

  1. a b c d e República Democrática do Congo. Itamaraty. Página visitada em 26 de janeiro de 2011.
  2. Atlas: República Democrática do Congo. Página visitada em 13 de dezembro de 2010.
  3. Ranking do IDH 2010. PNUD. Página visitada em 4 de novembro de 2010.
  4. Ciberdúvidas da Língua Portuguesa – Sobre os adjectivos pátrios
  5. Portal das Comunidades Portuguesas. Página visitada em 13 de dezembro de 2010.
  6. a b c d CIA-The World Factbook. Página visitada em 17 de dezembro de 2010. (em inglês)
  7. a b Fatos históricos do dia 30 de junho. Notícias Terra. Página visitada em 22 de janiero de 2011.
  8. a b GPD (per capita) by country. Definition, graph and map.. Página visitada em 17 de dezembro de 2010. (em inglês)
  9. a b World Economic Outlook Database-October 2009, FMI. (outubro de 2009) Página visitada em 22 de dezembro de 2010. (em inglês)
  10. a b DR Congo's $24 trillion fortune.. The Free Library. Página visitada em 7 de janeiro de 2011. (em inglês)
  11. a b Congo with $24 Trillion in Mineral Wealth BUT still Poor. Página visitada em 7 de janeiro de 2011. (em inglês)
  12. a b Mining Companies Could See Big Profits in Congo. The OTC Investor. Página visitada em 7 de janeiro de 2011. (em inglês)
  13. a b Mining in the DRC. Kilo Goldmines. Página visitada em 7 de janiero de 2011. (em inglês)
  14. Orgulhoso e livre, o Congo se levantará da terra negra. A nova democracia. Página visitada em 22 de janeiro de 2010.
  15. O estado Livre do Congo (Educaterra). Página visitada em 8 de janeiro de 2011.
  16. O estado Livre do Congo - a reação indignada. Educaterra. Página visitada em 8 de janeiro de 2011.
  17. Bernardino Manje (30 de junho de 2010). Vice-Presidente na RDC para a festa dos 50 anos. Jornal de Angola. Página visitada em 25 de dezembro de 2010.
  18. Zeilig, Leo. Lumumba: Africa's Lost Leader (Life&Times). [S.l.]: Haus Publishing, 2008. p. 117. ISBN 978-1905791026
  19. Força Aérea Brasileira. Página visitada em 25 de dezembro de 2010.
  20. República Democrática. Klick Educação. Página visitada em 11 de maio de 2011.
  21. a b Mobutu. UOL Educação. Página visitada em 8 de janiero de 2011.
  22. Zaire: The Hoax of Independence. The Aida Parker (4 de agosto de 1997). Página visitada em 25 de janeiro de 2011. (em inglês)
  23. a b Assassinatos na República Democrática do Congo podem ser genocídio, diz ONU. a-patria.com. Página visitada em 24 de dezembro de 2010.
  24. Alexandre dos Santos. República Democrática do Congo. Página visitada em 24 de dezembro de 2010.
  25. Governo confirma morte de Kabila. TSF RadioNoticias (17 de janeiro de 2001). Página visitada em 24 de dezembro de 2010.
  26. Massacre no Congo teria deixado mil mortos. BBC Brasil (7 de abril de 2003). Página visitada em 11 de fevereiro de 2011.
  27. a b Eleitores da DRC a favor da nova Constituição e eleições. Sacd Today. Página visitada em 19 de dezembro de 2010.
  28. História Da República Democrática do Congo e História Postal do País (25 de novembro de 2010). Página visitada em 20 de dezembro de 2010.
  29. a b François Misser (2007). Um governo resultante das eleições.. The Courier. Página visitada em 22 de dezembro de 2010.
  30. África. Mundo Educação. Página visitada em 23 de dezembro de 2010.
  31. Nelson Oliveira. Os três grande lagos do vale do Rift. Página visitada em 17 de fevereiro de 2011.
  32. Os mais altos cumes da África. Associação desnível (27 de junho de 2008). Página visitada em 25 de janeiro de 2011.
  33. Luciana Galastri (4 de maio de 2010). Aquecimento global divide geleira na África. HypeScience. Página visitada em 25 de janeiro de 2011.
  34. a b Gustavo Magaldi. Congo:diamentes de sangue. Aventuras na História. Página visitada em 22 de dezembro de 2010.
  35. Population Democratic Republic of Congo. Historycentral. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
  36. SMH. Pygmies want UN tribunal to address cannibalism. Página visitada em 17 de dezembro de 2010. (em inglês)
  37. a b O mundo em que vivemos. SSccafrica. Página visitada em 7 de janeiro de 2011.
  38. Constituição da República Democrática do Congo (RDC) - Ministério das Relações exteriores do Brasil (21 de dezembro de 2005). Página visitada em 15 de dezembro de 2010.
  39. Começou contagem de votos de eleições históricas na RDC. Euronews. Página visitada em 29 de dezembro de 2010.
  40. Democratic republic of Congo Provinces. Página visitada em 13 de dezembro de 2010. (em inglês)
  41. Digitalcongo. Página visitada em 17 de dezembro de 2010. (em francês)
  42. Democratic Republic of Congo - Telecoms, Mobile & Broadband. Research and Markets. Página visitada em 29 de janeiro de 2011. (em inglês)
  43. Informações básicas sobre a República Democrática do Congo. HowStuffWorks. Página visitada em 23 de dezembro de 2010.
  44. Guerra do Congo - Guerras. ColegioWeb. Página visitada em 7 de janeiro de 2011.
  45. Redação Terra (04 de janeiro de 2011). Confira 16 países onde conflitos podem eclodir em 2011. Terra Notícias. Página visitada em 7 de janeiro de 2011.
  46. FMI e Banco Mundial perdoam dívida ao Congo Democrático. Angola Press (2 de julho de 2010). Página visitada em 7 de janeiro de 2011.
  47. República Democrática do Congo: embargo à exportação de cobalto. Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto. Página visitada em 12 de fevereiro de 2011.
  48. PPP GPD. Página visitada em 22 de dezembro de 2010. (em inglês)
  49. Soukous - African Popular Music
  50. muziki na biso... our music. Página visitada em 31 de dezembro de 2010.
  51. República Democrática do Congo - Brasil Escola. Página visitada em 16 de dezembro de 2010.
  52. República Democrática do Congo. Página visitada em 15 de dezembro de 2010.

  Ligações externas

Commons
O Commons possui multimídias sobre República Democrática do Congo
Bandeira da República Democrática do Congo República Democrática do Congo
Bandeira • Brasão • Hino • Cultura • Demografia • Economia • Geografia • História • Portal • Política • Subdivisões • Imagens
   
               

 

All translations of republica democratica do congo


sensagent's content

  • definitions
  • synonyms
  • antonyms
  • encyclopedia

  • definiçaõ
  • sinónimo

Dictionary and translator for handheld

⇨ New : sensagent is now available on your handheld

   Advertising ▼

sensagent's office

Shortkey or widget. Free.

Windows Shortkey: sensagent. Free.

Vista Widget : sensagent. Free.

Webmaster Solution

Alexandria

A windows (pop-into) of information (full-content of Sensagent) triggered by double-clicking any word on your webpage. Give contextual explanation and translation from your sites !

Try here  or   get the code

SensagentBox

With a SensagentBox, visitors to your site can access reliable information on over 5 million pages provided by Sensagent.com. Choose the design that fits your site.

Business solution

Improve your site content

Add new content to your site from Sensagent by XML.

Crawl products or adds

Get XML access to reach the best products.

Index images and define metadata

Get XML access to fix the meaning of your metadata.


Please, email us to describe your idea.

WordGame

The English word games are:
○   Anagrams
○   Wildcard, crossword
○   Lettris
○   Boggle.

Lettris

Lettris is a curious tetris-clone game where all the bricks have the same square shape but different content. Each square carries a letter. To make squares disappear and save space for other squares you have to assemble English words (left, right, up, down) from the falling squares.

boggle

Boggle gives you 3 minutes to find as many words (3 letters or more) as you can in a grid of 16 letters. You can also try the grid of 16 letters. Letters must be adjacent and longer words score better. See if you can get into the grid Hall of Fame !

English dictionary
Main references

Most English definitions are provided by WordNet .
English thesaurus is mainly derived from The Integral Dictionary (TID).
English Encyclopedia is licensed by Wikipedia (GNU).

Copyrights

The wordgames anagrams, crossword, Lettris and Boggle are provided by Memodata.
The web service Alexandria is granted from Memodata for the Ebay search.
The SensagentBox are offered by sensAgent.

Translation

Change the target language to find translations.
Tips: browse the semantic fields (see From ideas to words) in two languages to learn more.

last searches on the dictionary :

2297 online visitors

computed in 0.078s

   Advertising ▼

I would like to report:
section :
a spelling or a grammatical mistake
an offensive content(racist, pornographic, injurious, etc.)
a copyright violation
an error
a missing statement
other
please precise:

Advertize

Partnership

Company informations

My account

login

registration

   Advertising ▼